Membros do RPM brigam na Justiça pelo direito de tocar sucessos e usar marca

 

Integrantes do grupo RPM, da esq. para a dir., P.A. Pagni, Fernando Deluqui, Paulo Ricardo e Luiz Schiavon (à frente)

Trinta anos após anunciarem a separação por “divergências artísticas”, os integrantes do RPM, a banda responsável pelo disco de maior sucesso da história do rock nacional, continuam brigando.

O grupo, que em 1986 vendeu 2,5 milhões de cópias do álbum “Rádio Pirata ao Vivo” e despertava histeria nos fãs, hoje protagoniza na Justiça um processo cheio de acusações de má-fé e deslealdade.

A disputa gira justamente em torno do direito de explorar a marca RPM, bem como o de tocar os principais sucessos da banda, que se apresentou pela última vez em 2017, a bordo de um navio, em um dos tantos retornos do grupo.

De um lado, está o cantor e réu Paulo Ricardo, 55, que segue carreira solo e hoje imita famosos como Luis Fonsi e Gene Simmons (Kiss), com direito a maquiagem e tudo, no Domingão do Faustão.

Do outro, estão os músicos Luiz Schiavon, 59, Fernando Deluqui, 56, e Paulo Pagni, 59, que desejam retomar o RPM.

Para isso, pedem à Justiça que Paulo Ricardo seja proibido de cantar hits e fazer referência ao grupo em sites e materiais promocionais.

O ponto central da rixa é um contrato assinado em 2007 no qual os músicos se comprometiam a não explorar individualmente o nome RPM.

Fonte: Membros do RPM brigam na Justiça pelo direito de tocar sucessos e usar marca – 08/05/2018 – Ilustrada – Folha

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