Arquivo mensal agosto 2018

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INFORMAÇÃO IMPORTANTE PARA OS ASSOCIADOS DA ASMS

Estamos sendo novamente atacados pelo sadismo de um prefeito extremamente tirano e arrogante. Alguém que decide como diretriz de governo, que não vai conceder reajuste salarial para os aposentados da Prefeitura de Salvador. Um gestor que segrega categorias para poder exercer sua dominação de maneira mais eficaz, em clara estratégia típica de ditadores.

A proposta feita pelo prefeito de Salvador para os servidores municipais é uma afronta à inteligência de nossa categoria. Consideramos insuficiente, defasada e prejudicial às nossa matrizes salariais nas diversas funções existentes na Prefeitura.

Ao contrário do prefeito, não pregamos a segregação e sim, comentamos a união de todas as profissões do serviço público municipal. O reajuste linear é o instrumento mais justo e igualitário para uma campanha salarial. Assim pensamos e de maneira especial, defendemos os avanços previstos no PCCV da Saúde, da mesma forma que sejamos pelo Planão. Assim que deve ser a nossa conduta e dessa maneira, que a sua ASMS se posiciona.

Todo esse autoritarismo negocial reflete na condição fragilizada dos nossos colegas aposentados que amargam incontáveis prejuízos nos últimos três anos, independentemente do ganho mensal. O tirano novamente segrega para poder tirar vantagem e quer conceder um pífio abono apenas para um número de aposentados em detrimento do universo do segmento.

Esse massacre psicológico é protagonizado por um indivíduo de pouca idade cronológica, um jovem que tem a mente nos porões da política mais suja feita até idos dos anos 90 por seus familiares. O prefeito banca que não concederá aumento aos servidores para não contemplar os aposentados e ainda tenta imputar culpa pelo rombo que está a nossa Previdência. É muita maldade.

O papel da ASMS será de defender os interesses dos aposentados e buscar na Justiça, todo e qualquer direito negado a essa parcela de colegas do serviço público municipal. Estamos tomando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para que tenhamos a garantia de isonomia e respeito ao previsto nos planos de cargos. Cumprindo nosso planejamento estratégico para 2018, nosso departamento jurídico tem sido eficaz e os resultados estão vindo para conforto dos nossos associados.

Para saber mais sobre o andamento de processos coletivos ou se você precisa de orientação individual, procure a sede de nossa Associação, no Edifício Executivo, sala 208, na Avenida Sete, a partir do meio dia.

Continuamos na luta e mesmo que uns não queiram, amanhã será um lindo dia para todos nós

Humberto Costa – presidente da ASMS

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ATENÇÃO. MENSAGEM IMPORTANTE PARA OS SERVIDORES MUNICIPAIS

Não vamos ceder à radicalização da Prefeitura Municipal. O prefeito não suportou a mobilização de nossa categoria e apelou de maneira arrogante. A decisão proferida por alguém que permitiu que ele cortasse nossos vencimentos é o retrato de uma Justiça subserviente e omissa quanto aos direitos dos trabalhadores.

Nessa segunda-feira (13), a partir de 14h, teremos uma caminhada onde precisamos demonstrar que realmente não fomos impactados por qualquer decisão injusta. Vamos para rua e mostraremos que nenhuma armadilha será suficiente para nos tirar do propósito de vencer pelo nosso reajuste salarial.

Convide seu colega que ainda não veio pra luta. Convença-o a participar desse momento, pois o prefeito está desdenhando de nossa inteligência. Somos corajosos e vamos mostrar isso hoje no Campo Grande. Como vencidos não seremos conhecidos!

*GRANDE CAMINHADA DE GREVE*
*SEGUNDA-FEIRA (13), A PARTIR DE 14H, NO LARGO DO CAMPO GRANDE*

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*ASMS – MENSAGEM PARA OS NOSSOS PAIS*

 

Vivemos tempos de outrora como nossos pais. Hoje lutamos contra um sistema político e judicial que oprime a classe trabalhadora, assim como fora na ditadura, onde nossos pais sofriam as dores daquele estado insustentável.

Pensávamos que aquele sacrifício deles seria suficiente para retomar a democracia e a dignidade para nossas famílias e a sociedade. Ledo engano. Não por falta de coragem deles, mas porque o sistema tirânico é forte e resistente.

Os exemplos de nossos pais forjaram nossa personalidade e hoje continuamos com vontade de enfrentar a tirania. A coragem e o destemor nos fora passado nas veias.

Vamos continuar resistindo e lutando, pois, AINDA SOMOS OS MESMOS E VIVEMOS COMO NOSSOS PAIS.

*Uma homenagem da ASMS aos pais dos servidores municipais de Salvador e a todos os colegas pais que estão na luta conosco*

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*Sindseps afirma que não foi notificado sobre fim da greve e sindicalista dispara: “Ineditismo jurídico do país”*

 

 

“Surpresos e intrigados”. Assim o coordenador geral do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) comentou a informação de que o desembargador Maurício Kertzeman (TJ/BA) teria proferido despacho obrigando que os servidores municipais acabassem com a greve iniciada na última segunda-feira (06).

Afirmando que a entidade não fora notificada de tal decisão do magistrado, o sindicalista aponta que os trabalhadores foram autores de um pedido junto ao Tribunal de Justiça para que a Prefeitura Municipal de Salvador não cortasse o ponto por ocasião das mobilizações que estavam sendo realizadas no último mês . “Não fomos notificados até o momento. Tomamos conhecimento da informação através da imprensa. Não há receios de nossa parte. Aliás, nós que buscamos a Justiça inicialmente e mostramos para o desembargador que a Prefeitura descumpre duas legislações em claro desfavor dos trabalhadores, conflitando com a decisão do Supremo (Tribunal Federal) que aponta que não poderá haver cortes de pontos quando o Poder Público cometer ilicitude, o que o caso em tela reflete. Agora de maneira célere, o magistrado profere decisão em desfavor dos servidores prejudicados, a partir de um primeiro pedido do prefeito. De maneira contrária, conduziu o pedido feito pelo Sindicato, onde o seu gabinete não teve a mesma velocidade para acionar a Prefeitura para que esclarecesse a conduta ilegal”, disse Carianha.

  1. Comentando sobre os desdobramentos da decisão do desembargador, o coordenador do Sindseps afirma que a categoria cumprirá a decisão assim que for notificada. “Somos fiéis cumpridores da Lei e respeitamos o Estado Democrático de Direito. Assim faremos, pois respeitamos o ordenamento jurídico a que estamos impostos. Inegável que a Prefeitura descumpre os Planos de Cargos e Vencimentos (Saúde e Administração Direta, Autarquias e Fundações) e isso em nenhum momento foi levado em conta na empenhada decisão do magistrado para proferir o despacho que ora apenas conhecemos pela imprensa. Esse ineditismo jurídico no País é algo intrigante, onde a espetacularização vem antes de qualquer práxis jurídica. Vamos aguardar para conhecer a tenacidade a ser empenhada para que sejamos notificados e comparar as duas ações que possuem as mesmas partes envolvidas. Compararemos e mostraremos à sociedade como a Justiça se move”, completou Carianha.
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Pela descriminalização do aborto

  1. Há dois dias, o Senado argentino recusou a descriminalização do aborto em votação apertada. Apesar de a cada minuto e meio uma argentina praticar aborto, ele continuará a ser crime passível de até quatro anos de prisão. Nem mesmo as impressionantes manifestações de 14 de junho puderam pressionar os homens do Senado a mudarem a lei.

“O objetivo é que não haja mais abortos na Argentina”, disse o senador conservador Esteban Bullrich. Bem, dificilmente alguém encontrará uma proposição mais irracional e hipócrita. No caso da questão relativa ao aborto, certos estados nacionais creem que as leis teriam a força mágica de apagar decisões já tomadas pela sociedade.

A verdade é que a sociedade civil já decidiu: ela pratica o aborto e continuará a praticar independentemente das decisões do Estado. Sempre haverá aborto na Argentina e em qualquer outro lugar. A única questão que está realmente em jogo é como o aborto será praticado.

Nesse sentido, a hipocrisia fica por conta de leis dessa natureza apenas referendarem uma certa divisão de classes. Todos nós, de classe média e alta, conhecemos o endereço de uma clínica que fará o aborto de nossas filhas casos elas tenham uma gravidez indesejada.

Não há lei que nos impedirá, como nunca houve lei que nos impediu. Seria interessante saber (mas isso nós nunca saberemos) quantos membros do Congresso já autorizaram os abortos de suas filhas, mulheres ou amantes.

Da mesma forma, todas as pessoas de classe social mais desfavorecida conhecem práticas arriscadas e precárias de aborto às quais elas recorrerão quando necessário. Mais uma vez, não há lei que as impedirá, como nunca houve lei que as impediu. Leis sobre aborto legislam apenas a respeito dessa divisão, e nada mais.

Sociedades nacionais não são ilhas isoladas no meio de um espaço vazio sem contato. Elas sabem que certas leis são válidas até aquela montanha à frente e inexistentes depois da mesma montanha.

Essa consciência da relatividade jurídica interfere nas decisões que indivíduos tomam e na adesão que eles têm a certas leis de seu próprio país. Nenhum país permite legalmente o homicídio, embora vários países permitam legalmente o aborto. Países que fazem essa distinção primária em seu ordenamento jurídico não entraram em “colapso moral” ou em qualquer outra coisa semelhante.

Ao contrário, nesses lugares a maioria de sua população se sente mais livre e respeitada devido ao fato de o Estado ter transferido aos indivíduos a decisão a respeito do que eles entendem que o aborto significa.

Em questões que dividem a sociedade, ligadas ao significado de valores complexos como “vida”, Estados dotados de democracia formal transferem aos indivíduos a possibilidade de decisão.

Vários entenderão que um feto sem atividade cerebral e totalmente parasitário do corpo materno não poderá ser compreendido como dotado do mesmo estatuto jurídico de um sujeito, que não poderemos falar em “vida” da mesma forma e que não será possível retirar as mesmas consequências da interrupção da existência nos dois casos.

Por trás dessa diferença há, na verdade, uma questão política. Quando o Estado diz “vida”, ele está a definir o espaço no qual ele pode atuar e disciplinar. Onde há “vida” há disciplina, há “como a vida deve ser conservada e garantida”.

É claro que certos setores da sociedade gostariam de ver sua capacidade de intervenção alcançar até mesmo aquilo que ocorre no interior dos corpos e que implicará em vínculos nunca mais revogáveis. A questão interessante é: por que eles querem esse poder?

Note-se que, enquanto o Congresso argentino foi ao menos capaz de colocar tal questão em pauta e assumir um debate social fundamental, o Congresso brasileiro consegue ser um espaço ainda mais deteriorado, obrigando a migração dessas questões ao Poder Judiciário.

Mais uma prova do caráter de caixa de ressonância de interesses de grupos econômicos travestidos de igrejas próprio ao que chamamos aqui de Congresso Nacional.

Professor de filosofia da USP, autor de “O Circuito dos Afetos: Corpos Políticos, Desamparo e o Fim do Indivíduo”.

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Passividade e ilegalidade são ingredientes de ação desastrosa contra professores de Salvador

 

“A brutalidade não pode ser um instrumento da ação humana, muito menos dirigida a trabalhadores”. Com essa declaração, o coordenador geral do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) comentou a ação orquestrada pelo diretor geral da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Maurício Rosa Lima e o Inspetor Geral da Guarda Civil Municipal, Alisson Correia, que covardemente atacaram colegas professores da rede pública de Salvador, na última terça-feira (07), na frente da Secretaria de Educação do Município (Smed).

Empenhados em esvaziar o protesto dos servidores municipais em greve, os dois representantes da Prefeitura de Salvador estiveram em locais onde estavam sendo realizados esses atos com a clara intenção de ameaçar os trabalhadores. Antes da desastrosa ação na Smed, o diretor Maurício Rosa esteve na frente da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), no Vale dos Barris, onde tentou dissipar o protesto e encontraram o repúdio dos presentes. Insatisfeito, o diretor da Semop seguiu para a Smed e protagonizou o espetáculo dantesco e de total despreparo com a passividade do inspetor geral da GCMS, a quem caberia conduzir sua tropa.

“Enxergamos cenas que demonstram o descaminho na Guarda Municipal que é consequência da presença indevida desse senhor (Maurício Lima) que é estranho à corporação de acordo com a Lei 13022/14. Ele não pode ostentar a envergadura de nossa farda, pois não é guarda civil municipal. Um burocrata despreparado que destila um ódio contra senhoras, educadores e trabalhadores não pode estar no serviço público sob qualquer circunstância”, disse Carianha que também é guarda municipal.

E continua: “Intriga a passividade e omissão do inspetor geral a quem caberia conduzir a Guarda Municipal ao submeter-se ao diretor Maurício Lima e deixar que aconteça umas das mais desastrosas ações da Guarda Civil Municipal. Essa submissão tem causado prejuízos à instituição e repúdio na sociedade, por conta de uma situação bancada pelo prefeito ACM Neto (DEM)”.

A direção do Sindseps aguarda o final da apuração prometida pelo prefeito e cobrará as providências, principalmente no que diz respeito à presença do diretor Maurício Lima à frente da Guarda Civil Municipal que notadamente conduziu a ação violenta contra os professores.

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Com a #gordofobiamédica, pessoas acima do peso relatam negligência 

A escritora Iris Figueiredo, 25, que já sofreu para conseguir um bom atendimento médicoA escritora Iris Figueiredo, 25, que já sofreu para conseguir um bom atendimento médico – Rafael Roncato

Comentários indelicados sobre o peso das pessoas até o total descaso com a saúde delas vieram à tona nas redes sociais com a hashtag #gordofobiamédica.

Para essas pessoas, ir ao médico nem sempre é fácil. Parece que todos os problemas se resumem à quantidade excessiva de gordura corporal.

Só que isso nem sempre é verdade e, muitas vezes, essa mistura de preguiça e desdém com a qual alguns profissionais tratam pacientes obesos é prejudicial à saúde.

A escritora Iris Figueiredo, 25, é uma dessas vítimas. Em 2016 ela machucou o joelho direito em uma aula de dança. De médico em médico, a história era sempre a mesma: o peso seria o problema. No receituário, anti-inflamatórios e sessões de fisioterapia.

Passaram-se seis meses até que Iris encontrasse um ortopedista que resolvesse o problema: o caso era cirúrgico. “Os outros médicos nem investigaram para ver que eu tinha rompido o ligamento, só diziam que eu estava gorda e que seria essa a causa da dor.”

“Fui magrinha durante a infância. Engordei ao longo dos anos e cheguei aos 100 kg
—foi quando rompi o ligamento. Mas não tinha a ver com o peso: tenho hipermobilidade, minhas articulações são frágeis, algo que demorei para descobrir. As dores eram relacionadas à fibromialgia e à frouxidão ligamentar.”

Certa vez, Iris foi a uma alergista para tentar descobrir as causas de uma dermatite, doença inflamatória que gera vermelhidão na pele. “Ela não me examinou. Só disse para cortar glúten e lactose e que, se eu emagrecesse, poderia melhorar. Outra vez fui tratar cravos e o médico já me encaminhou para um endócrino e uma nutricionista, dizendo que eu estava gorda.”

“Essa maneira de lidar é fruto de má formação. Os médicos hoje não têm paciência —para eles, ou a doença é causada por um vírus ou é de fundo emocional”, diz Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

“O médico mal formado usa a obesidade para se livrar do paciente, assim como diz para uma pessoa com tosse parar de fumar”, afirma Lopes, crítico da profusão de escolas médicas e adepto do discurso de que a tecnologia e o excesso de exames  laboratoriais e de imagem roubaram espaço do humanismo na medicina.

“Busca-se uma justificativa para fazer uma consulta de cinco minutos sem se preocupar com o conjunto. Obesidade é doença, mas médico não é juiz, tem que analisar, medicar, mas não julgar”, diz.

Para Otelo Chino Junior, endocrinologista e conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), o comportamento dos médicos é um reflexo do que existe na sociedade.

“Isso gera uma diferença de tratamento brutal recebida por quem é obeso e quem não é”, diz. “Quase nunca os comentários sobre o peso, diferentemente do que pensam os médicos, são vistos como inofensivos. Falta treinamento para saber lidar com a questão e isso deve ser objeto de simpósios e de encontros, especialmente nas especialidades que atendem obesos.”

Em cinco anos de atuação no conselho, porém, Chino Junior diz nunca ter participado de julgamentos de outros médicos com base nesse tipo de conduta discriminatória.

Por outro lado, a obesidade permanece um dos problemas médicos mais relevantes na atualidade, sendo um fator importante de risco para diversas doenças, como diabetes, infarto, AVC, problemas nas articulações e alguns tipos de câncer.

“Cada vez mais se reforça o conceito de que, se um indivíduo é obeso, dificilmente ele é saudável”, diz o endocrinologista Antonio Carlos Nascimento.

Mesmo com esportes, bons indicadores em exames e a ausência de doenças como colesterol alto e hipertensão, o obeso tem maior risco de morrer precocemente ou de ter problemas graves de saúde em relação a um indivíduo magro nas mesmas condições.

COMO A OBESIDADE PODE AFETAR A SAÚDE

Prejuízos vão das articulações à gravidez

  1. O que é obesidade

    A condição é caracterizada pelo excesso de gordura corporal e/ou por uma distribuição incorreta dela. Um critério é o índice de massa corpórea (IMC, peso dividido pela altura ao quadrado), maior ou igual a 30

  2. Diabetes

    A doença, que afeta cerca de 10% da população, tem efeitos deletérios na saúde dos vasos, dos rins e dos nervos, por exemplo. Obesos chegam a ter chance quadruplicada de desenvolvê-la

  3. Câncer

    Obesos têm chance maior de desenvolverem alguns cânceres, como o de endométrio (até sete vezes a chance de mulheres de peso normal) e de rim (até duas vezes), além de fígado, cólon e esôfago

  4. Doenças cardiovasculares

    Condições como hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC), infarto, doenças coronarianas e renais estão associadas ao excesso de gordura corporal

  5. Gravidez

    Obesas têm maior risco de sofrer de diabetes gestacional, da condição conhecida como pré-eclampsia (que pode prejudicar o desenvolvimento do bebê), e chance maior de precisar de cesárea

  6. Osteoartrite

    Com mais pressão nas articulações e nas cartilagens, é possível que a obesidade intensifique e acelere o processo inflamatório e degenerativo que costuma vir acompanhado de dores intensas

Ainda assim, não faz sentido maltratar um obeso simplesmente por ele ser quem ele é, diz Nascimento.

“O gordo não tem culpa. Simplesmente responde a substâncias no cérebro, que geram desejo e comportamentos. Não importa se uma pessoa tem doenças ou não, a dificuldade para emagrecer é sempre muito grande.”

No caso de Iris, nem a saúde mental passou incólume. “Um psiquiatra me disse: ‘Por que não pensa em emagrecer? Vai ajudar com seus problemas de autoestima e depressão.’ Mas eu só queria um encaminhamento para conversar com um psicólogo.”

“A atitude de um médico pode até provocar suicídio. Já vi isso acontecer. Ele tem que ter consciência de que as consequências podem ser desastrosas”, diz Chino Junior.

Não queremos que o primeiro olhar do médico já limite a chance de ter um atendimento humanizado e que o impeça de descobrir a real razão das dores ou do problema”, diz Iris. “Muitas vezes não há anamnese. A consulta é rápida, fria, distante…”

A escritora acabou de lançar seu quarto romance infantojuvenil, “Céu Sem Estrelas” (Seguinte, 304 págs. R$ 39,90). “Cecília é uma menina gorda e sofre com os comentários que a família faz sobre o corpo dela. Ela sente que ser gorda é errado”, conta Iris.

Seria uma história com toques autobiográficos? “Há inspirações”, diz a autora. Cecília em algum momento percebe que ser gorda não é determinante, mas que a jornada de aceitação do corpo, passando por transtornos de ansiedade, é bem difícil. “Ela entende que precisa tratar o corpo dela com gentileza. Também vê que não dá para impedir que as pessoas tenham preconceito, mas que é possível trabalhar em sua mente para não se deixar afetar.”

Fonte: Com a #gordofobiamédica, pessoas acima do peso relatam negligência – 07/08/2018 – Equilíbrio e Saúde – Folha

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Tribuna Popular: Presidente da ASMS chama atenção pra situação dos aposentados da Prefeitura de Salvador

 

De maneira inédita e expressiva, a sua ASMS ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Salvador (CMS), na tarde dessa segunda-feira (06). Representada pelo presidente Humberto Costa, a nossa Associação teve destaque durante a apresentação aos vereadores da capital baiana.

O tempo disponibilizado para a ASMS foi utilizado pelo presidente para tornar pública, a situação lamentável imposta aos servidores aposentados pelo prefeito de Salvador. Durante a fala do representante da Associação, os vereadores puderam compreender a falta de dignidade em que estão vivendo centenas de colegas nessa fase que deveria ser especial. “Temos aposentados que não possuem condições de comprar medicamento antes de escolher entre esse produto ou a alimentação. Não conseguem ter uma salário digno e ainda amargam uma defasagem salarial de mais de três anos. Espero que os senhores vereadores não sofram o “efeito Orloff” e sejam penalizados por modelos políticos perversos quando do momento de sua aposentadoria. Chamo atenção e vocês poderão ser nós amanhã”, declarou Costa na tribuna da CMS.

A diretoria da ASMS esteve presente em clara demonstração de unidade na entidade. Para o diretor Josué Santana, a atitude da gestão municipal tem sido de enfrentar a mobilização dos servidores da ativa para não privilegiar os aposentados. Estão punindo quem já contribuiu a muito para a luta”, apontou Santana ao comentar a postura da gestão municipal com o intransigente reajuste zero.

Uma nova assembleia dos servidores ativos e aposentados acontecerá na quarta-feira (08). O ato acontece na quadra de esportes do Sindicato dos Bancários, na Ladeira dos Aflitos.

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Mobilização na Câmara

Em defesa dos aposentados.